22 de agosto de 2009
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Os chakras recebem três energias emanadas do Sol: Fohat, Prana e Kundalini.
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Sob o nome de Fohat estão incluídas todas as energias físicas, como a eletricidade, o magnetismo, a luz, o calor, o som, a afinidade química, etc.
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Prâna ou Vitalidade é o nome dado pelos hindus à energia radiante do sol, que vitaliza tudo o que vive, através da fotossíntese e da respiração. É extraído pelo chakra esplênico, e transformado em energia física e distribuído ao organismo pelo baço.
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O Kundalini, junto com o Fohat é responsável pela atividade dos chakras e por manter as correntes prânicas que vitalizam o corpo.
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Fohat, Prana e Kundalini são de natureza setenal, isto é, possuem sete graus de vibração. Elas são responsáveis pela vida nos sete planos conhecidos.
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A energia primária Fohat precipita-se, perpendicularmente no centro do chakra. Do centro do chakra a força se irradia, então, perpendicularmente, à sua origem (primitiva direção), isto é, no plano da superfície do duplo etérico, em linha reta e em numerosas direções, semelhantes a raios de roda. Essas irradiações que partem dos vértices dos chakras, dividindo-se em pás, dão origem a vibrações secundárias que giram ao redor dos chakras, passando por cima e por baixo dos raios, assim como o vime que constitui o fundo de um cesto circular passa alternativamente por cima e por baixo das varetas que se irradiam do centro.
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Kundalini - ela em sua forma inicial não está apta a ser assimilada pelo ser humano, absorvida pela terra, e lá transformada para ser utilizada pelo homem, animais e vegetais. É a energia vital que nos sustenta.
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O chakra básico (região sexual) é responsável por armazenar esta energia em sete camadas concêntricas.
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Somente as camadas mais externas já foram desenvolvidas pelo homem comum, as outras camadas estão em estado latente, aguardando a ascensão espiritual do espírito, para transformar o homem comum em pleno dos poderes espirituais.
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A função básica das camadas mais externas do Kundalini é a sustentação da vida. Ela percorre a coluna vertebral etérica, fluindo pelos pedúnculos que ligam os Chakras, formando juntamente com o Fohat, que pela boca do mesmo penetra, o fluído energético que conduz, através de sua corrente o Prana.
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O funcionamento das camadas mais internas, que como já dissemos ainda não foi desenvolvido pelo homem comum, é diferente. Elas percorrem o mesmo caminho, porém ativam os Chakras de tal maneira que conferem ao espírito a consciência completa do centro de força correspondente no corpo astral.
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Existem exercícios que podem despertar as camadas mais internas do Kundalini, contudo, desaconselhamos veementemente qualquer um a realizar tais exercícios. As conseqüências do despertar prematuro do Kundalini são catastróficas para a evolução do espírito.
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Acredito que a melhor explicação sobre o perigo do desenvolvimento prematuro do Kundalini foi dada por C. W. Leadbeater no livro Os Chakras:
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“No homem comum, o Kundalini está latente no chakra fundamental, sem que em toda a sua vida terrena ele note ou lhe suspeite a presença. E muito melhor é que permaneça assim latente até que o homem tenha feito definidos progressos morais, com vontade bastante forte para dominá-lo e pensamentos suficientemente puros para arrostar sem dano sua atualização. Ninguém deve tentar manejá-lo sem instruções concretas de um conhecedor do assunto, pois são muito graves os perigos que envolvem.
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Uma das mais freqüentes conseqüências de ativar prematuramente o fogo serpentino é o de fluir para baixo do corpo em vez de subir, e o de excitar as mais torpes paixões, intensificando-as até o ponto de ser impossível ao homem dominá-las ou sequer resisti-las, porque atualizou uma energia ante a qual está tão perdido como um nadador nas mandíbulas de um tubarão.
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PADMA SHERAB
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